quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

UMA ESCOLA TIJUCANA

A Tijuca tem vários colégios, e muito são conhecidos. Temos o Orsina da Fonseca, o Mario Claudio, o centenário Afonso Pena (fez cem anos no último dia 30), o tradicional Colégio Militar, o Colégio Pedro II (onde estudei no ginásio e científico), o Palas, o Baptista, e por aí vai...

Mas o meu sonho mesmo era de ter estudado no gigante Instituto Lafayette, que no final dos anos oitenta virou Fundação Bradesco.

Esta escola foi fundada em 1916 pelo professor La-fayette Cortes, que já começou inovando. Foi o primeiro colégio carioca a preparar os alunos para trabalhos de oficina e laboratório, ou até mesmo para os campos de agrimensura e topografia, química industrial, mecânica, e eletricidade prática. As meninas procuravam os cursos de datilografia e estenografia.

Pouca gente sabe, mas existiam três Institutos Lafayette. O principal era na Haddock Lobo (onde fica a Fundação Bradesco), o segundo na Conde de Bonfim, e o terceiro na Praia de Botafogo nº 348, esquina com Visconde de Ouro Preto.

O imenso Lafaytte da Haddock Lobo tem uma história bacana a ser contada. Aquele espaço todo, aquele palácio imponente (uma espécie de Quinta da Boavista da Tijuca), é do século XIX, e pertencia à um rico negociante da época chamado Jerônimo José de Mesquita (1826-1886), o Barão de Mesquita, que por sua vez era filho de José Francisco de Mesquita (1790 - 1873), o Conde de Bonfim. É isso mesmo. Em 1898 a residência virou um colégio chamado Sul Americano, e depois sim, veio o glorioso Lafayette. Na Haddock Lobo ficavam os rapazes, somente os rapazes.


Foto de 1941 do Instituto Lafayette da Haddock Lobo.


As meninas estudavam no Lafayette da Conde de Bonfim, na antiga sede do Clube Tijuca. Antes do Clube, a casa servia de moradia para o nosso Duque de Caxias. A ala feminina foi abaixo nos anos setenta após um misterioso incêndio, dando o lugar para a Mesbla.


Foto de 1906 do Clube Tijuca, que depois virou a ala feminina do Lafayette.


E o terceiro e último Lafayette, ficava em Botafogo, não é blague. Em 1927 inaugurou-se esta unidade, que era chamada de departamento misto. Ali os meninos e as meninas podiam dividir a sala de aula. Durou até 1944.


Departamento Misto do Lafayette, em Botafogo.

Este era um colégio antológico, histórico, e tijucano. Vive na memória dos moradores até hoje com muito orgulho. Afortunados são os que vestiram aquele uniforme.

Quando passar diante deste monumento, pare, e admire por cinco minutos que seja.

Até.

40 comentários:

Isaac disse...

Caríssimo Filipinho......somando aos seus comentários , vou te dar mais algumas " dicas " do La-Fayette , já que lá estudei por exatamente 10 anos , do antigo admissão até o final do científico : lá tinha além do que voce falou , aula de trabalhos manuais , canto orfeônico , onde aprendi o hino do colégio.." povos ativos do planeta , todos deveis dar-vos as mãos quebrada a última grilheta ......" e aí por diante .... o colégio no curso científico era misto e só tinha gatinhas ..um outro detalhe é que eu fazia parte da equipe de futebol do colégio , onde o colégio São José era nosso " pato " ...havia uma sala de geografia que nunca vi nada igual na minha vida ...e se voce quiser mais detalhes ...e as brigas com o colégio militar e Pedro II ? e o famoso bonde URUGUAI - ENG. NOVO de nº 68 das 17:30 ?? cheio de gatinhas do paulo de Frontin.....

Felipinho disse...

Nem me fale, imagino como deveria ser bacana. Issac, meu pai, você por acaso ainda possui algum objeto do antigo Lafayette? Um emblema, um velho uniforme, ou um simples chaverio? Caso possua, gostaria de fotografar para postar aqui, senão tudo bem. Vamos um dia tomar um cerveja para que você possa me contar mais detalhes desta escola maravilhosa. Ou até mesmo podíamos entrar na atual Fundação Bradesco para fazer uma visita nostálgica no local. Verei se é possível. Beijo.

Diego Moreira disse...

Mestre Nei Lopes, em seu fundamental livro "O Negro no Rio de Janeiro e sua Tradição Musical" conta essa história do parentesco do Conde de Bomfim com o Barão de Mesquita. Segundo ele, com a morte precoce do Barão, seu cunhado, um Visconde cujo nome me foge agora, teria loteado as terras da fazenda dos Macacos, nas redondezas do atual morro, e ali nasceu Vila Isabel.

Felipinho, se me permitir, gostaria de perguntar por aqui ao Sr. Isaac sobre essa sala de geografia... O que tinha nela? O que havia de tão incrível, sensacional ou surpreendente ali?

Eu, que ensino geografia, fiquei com a curiosidade extremamente aguçada pela forma como o Sr. se referiu a tal sala. Se puder e não for um incômodo, conte-nos, por favor. Gostaria muito de saber com que ferramentas se ensinava a geografia naquele tempo.

Desde já, um abraço. Aos dois!

isaac disse...

Diego , sendo amigo do Filipinho e de meu filho Eduardo , então é meu amigo ; com relação a sala de geografia , realmente , era e acho que ainda é coisa de primeiro mundo . havia no meio da sala , entre as diversas carteiras onde os alunos sentavam , um mapa mundi de mais ou menos uns 5 metros de diâmetro , onde voce podia abrir a água e com isso , os oceanos e os grandes rios ficavam cheios de água e só aparecia, os continentes .sensacional !! se o Filipinho conseguir programar uma visita à fundação bradesco vale a pena conhecer e aproveitar para ver as salas de historia natural , de quimica , fisica , todas específicas.estarei nessa visita tambem , se for convidado.

Diego Moreira disse...

Mas que maravilha, seu Isaac!

Estou aqui encantado com a idéia de ver a água preenchendo os espaços num mapa exposto no chão. Os alunos em volta, observando tudo. Imagine só, que seria possível simular os efeitos do derretimento das geleiras e o aumento do nível dos oceanos. A inundação dos litorais, o desaparecimento de ilhas... Mas que maravilha!

Pena que só os grandes colégios têm espaço disponível para ostentar salas voltadas para cada matéria.

Mas se muitos ainda conservam os Laboratórios - que também são importantes - de Física, Química e Biologia, cabe a nós - eu e meus colegas da geografia - trabalhar para tirar o rótulo de sub-matéria que foi imposto à nossa disciplina e lutar pra que esses recursos sejam disponibilizados pra nós também.

Aguardo, também, o acerto dos detalhes para a visita, que me interessa profundamente.

Obrigado, seu Isaac! Forte abraço!

Diego Moreira disse...

"Eu e meus colegas da Geografia" - com G maiúsculo!

Eduardo Goldenberg disse...

Felipinho, Diego, segurem essa!

http://butecodoedu.blogspot.com/2005/11/arremessado-de-novo-ao-passado.html

Meu pai é o maior.

Luiz Antonio Simas disse...

Bela lembrança

Marcelo Moutinho disse...

Felipinho, vc sabia que Dona Ivone Lara estudou a Tijuca? No Colégio Municipal Orsina da Fonseca...

Marcelo Moutinho disse...

Felipinho, vc sabia que Dona Ivone Lara estudou a Tijuca? No Colégio Municipal Orsina da Fonseca...

CHACARA 12 MASTINS disse...

ALGUEM LEMBRA DO Hino do Instituto La-Fayette?
BJS

Holdfrei disse...

O hino do Orsina da Fonseca, se não me lembro:
Esse templo semeia o saber,
Num convivio de paz e bonança
Incitando a estudar e a vencer,
Concretiza a tenaz esperança.
Nele reina o fecundo trabalho,
Alvorada de um belo porvir
Teto amigo bendito agasalho,
Magnitude, honradez a espargir.

Através de bons mestres ensina,
A ciência, a virtude e o saber.
Na harmonia da arte divina,
Proporciona alegre viver.
Mocidade feliz a marchar,
Sob a luz ideal da instrução,
Sabe Orsina da Fonseca
Honrar com respeito, amor e gratidão.

Tadeu disse...

Se o hino não for esse, é muito próximo. Já procurei em muitos lugares da rede e nunca encontrei a letra. Alguma sugestão?

Estudei no Orsina em 75,76,77 e 78

CHACARA 12 MASTINS disse...

ENviei a Dinah que era estudante do la Fayette.
Tomara que seja.
OBRIGADAAAA

Lílian Maial disse...

Hino do La-Fayette:

Povos unidos do planeta
todo deveis dar-vos as mãos
quebrada a última grilheta,
povos da Terra, sois irmãos.

Em cada terra, uma bandeira,
em cada povo, um ideal,
mas o ideal da Terra inteira
é uma bandeira universal.

Dinah disse...

Estudei no Instituto La-Fayette no Departamento Misto que era na Praia de Botafogo, nos idos de 1941 a 1943. Lembro-me do Dr. Lafayette, do Dr. Simplício diretor e da sua esposa que usava peruca e era professora de canto orfeônico. Minha professorinha do Jardim de Infância foi D. Elza Duarte que faleceu à coisa de 3 ou 4 anos e D. Duze do 1º. ao 3º. ano. Tive também a D. Cyntia. O colégio acabou em Botafogo e eu saí dele. O Hino é esse que a Lilian Maial escreveu mas é só um pedaçõ , se alguém tivesse a caderneta do colégio teria o hino integral, será que alguém ainda a possui?
Dinah Pinehiro

Dinah disse...

Estudei no Instituto La-Fayette, na Praia de Botafogo, no Departamento Misto nos idos de 1941 a 1944, tendo sido minhas professores a D. Elza Duarte falecido à coisa de 3 a 4 anos, D. Duze Mafra e a Cynthia. Lembro-me bem do Dr. La-Fayette Cortes, do Dr. Symplicio que fazia a chamada pelo número dos alunos dizendo uma saída semanal, suspenso por 2 dias e se escutava alguém conversando virava bicho que descia 2 degráus e subia um, pulando de raiva.Sua esposa, que usava peruca e era a professora de canto orfeônico. Fiquei feliz pela letra do hino que foi postado, mas não está completado. Alguém tendo a caderneta do colégio tem lá o hino completo. Encontrar esse blog falando da minha primeira escola, onde fiz desde o jardim de infância foi de muita alegria. Prazer em conhecer a todos que de lá falaram.

Felipinho disse...

Obrigado Lilian e Dinah pelos comentários valiosos. Devem ter sido anos maravilhosos em vossas vidas. Grande escola brasileira o Lafayette.

Abração.

Dinah disse...

Felipinho,
Completando o meu comentário, realmente, dá saudades do Instituto La-Fayette do Departamento Misto. Havia um grande pátio onde existia um galinheiro e os alunos mais velhos, quando viam que a galinha havia posto ovos, entravam no galinheiro, roubavam os ovos e tomavam -no através de um buraquinho feito na casca; aprendíamos jardinagem plantando sementes e cuidando das plantinhas e, para isso, tínhamos um avental apropriado. Minha irmã, que lá também, estudou disse que o nome da esposa do Dr. Simplício era D. Rinalda. No Departamento Misto também tinha um laboratório de física e química, muito bem montado, que eu não o utilisei mas meus irmãos sim. Só houve um defeito, é que eu era aluna de 1º. lugar no quadro de honra com homenagens no palco, presentes e, ao sair no 3º. primário, fui para a Escola Pública, que naquele tempo, o ensino era excepcional, tive de repetir o 3ºano porque não havia aprendido, ainda, frações ordinárias nem decimais e a Escola Pública era muito mais adiantada.Saudações
Até a próxima

Carlos Morais disse...

O Hino do Orsina da Fonseca é exatamente esse... estudei também no Orsina da Fonseca nos anos de 1975 a 1978... época muito boa! Um abraço a todos!

Anonymous disse...

Olá Pessoal,

Tenho uma amiga de Taiwan o nome dela é Anita e hoje mora nos Estados Unidos, ela estudou no Instituto Lafayette e lá fez uma grande amizade com uma pessoa chamada Maria de Fátima Alves Campos. Caso puderem me ajudar com alguma pista do paradeiro desta pessoa eu seria imensamente grata!

Muito obrigada,
Elaine
afonso.elaine@yahoo.com.br

Ivan disse...

Eu me orgulho de haver estudado no Lafayette de 1946 a 1952. foi mais que yna escola tradicional, foi uma escola para a vida! Até hoje tenho sonhos que me fazem retornar ao colégio. E guardo, como trféus, o emblema do uniforme e a última caderneta. Gostaria de encontrar antigos colegas.
Ivan r. A. Coutinho

Anonymous disse...

Pessoal,
Não sei o que dizer, estou muito emocionado com tudo o que li neste blog.
Vocês tem uma foto do professor Lafayette?
Sou bisneto do Lafayette.
Um forte abraço a todos.
Eduardo Germano
eduardogermano@hotmail.com

WELLINGTON BARROS DE MACEDO disse...

BOA NOITE à todos que aqui já postaram seus comentários.

Como estou vendo uma solicitação de Dinah sobre o Hino Social do Instituto La-Fayette, tomo al iberdade de postá-lo:

HINO SOCIAL DO INSTITUTO LA-FAYETTE
Letra: Hermes Fontes
Música: Agnello França



Povos ativos do Planeta,
Todos deveis dar-vos as mãos;
Quebrada a última grilheta,
Povos da Terra, sois irmãos.


Tem cada terra uma bandeira,
Tem cada povo um ideal;
Mas o ideal da Terra inteira
É uma bandeira universal.

Nossa bandeira é de harmonia,
Que a fôrça é filha da união,
Bandeira eterna que os guia,
Bandeira - Civilização.


Estribilho:
Povos ativos do Planeta,
Todos deveis dar-vos as mãos;
Quebrada a última grilheta,
Povos da Terra, sois irmãos.

Grande Inglaterra, em teu recesso,
Vives cantando os esponsais
Da Liberdade com o Progresso
E do civismo com a Paz.

Augusta França, heróica e pura,
Soltas teu lábaro no ar,
Evangelista da Cultura,
Ó Galia, ó anjo tutelar.

Bela Suíça hospitaleira,
Suíça de Guilherme Tell;
A cruz que exaltas na bandeira,
É Cruz de Cristo, é cruz fiel.


Estribilho:
Povos ativos do Planeta,
Todos deveis dar-vos as mãos;
Quebrada a última grilheta,
Povos da Terra, sois irmãos.

Bélgica de almas progressistas,
Sob o estandarte tricolor,
Os operários e os artistas
Fraternizaram pelo amor.

Estribilho:
Povos ativos do Planeta,
Todos deveis dar-vos as mãos;
Quebrada a última grilheta,
Povos da Terra, sois irmãos.


Serena e excelsa, altiva e justa,
Ó pendão verde fraternal,
Pátria das pátrias, Pátria augusta,
Pátria da nossa - Portugal.

Grande América do Norte,
Com teu esfôrço hercúleo impões
Teu justo ideal, teu braço forte
Para a harmonia das Nações.

Bem hajas, Pátria Brasileira,
Onde florescem pátrias mil,
Bem haja a imácula bandeira
Da Pátria humana que é o Brasil.

Estribilho:
Povos ativos do Planeta,
Todos deveis dar-vos as mãos;
Quebrada a última grilheta,
Povos da Terra, sois irmãos.

Caso haja interesse do autor do blog, possuo ainda cadernetas, emblemas, fotos do nosso saudoso Colégio que poderei compartilhar, bem como foto do Prof. la-Fayette Côrtes e de Alzira La-Fayette Côrtes. Estudei no educandário desde 1958 até ir para o Colégio Estadual Orsina da Fonseca.

Postarei no facebook este link.

Anonymous disse...

Boa noite a todos!

Caro WELLINGTON,

Sou irmã do Eduardo que postou acima, bisneta do fundador do Instituto La-Fayette e estou realmente interessada na foto que você possui do Prof. La-Fayette Cortes e de sua esposa Alzira La-Fayette Cortes. Pode me enviar por favor?

Desde já muito obrigada!

Veronica Francisca Lyra Gomes Pinto
email: veronica.f.pinto@gmail.com

Anonymous disse...

sinistro essa historia esse misterioso incêndio eu estudo aonde era um desse Lafayette ele e muito sinistro o 2°andar da minha escola ele e o único andar escuro e falam que la morreu uma garota no banheiro feminino e quem chama espirito ela prende no banheiro.
e parece que la tem uma tumba branca muito misteriosa pessoal eu fique com muito medo dessas historia sinistra e eu tenho um site de lendas urbanas!:
http://www.mrmalas.com.br/lendas/
por favor entren la e muito legal!!!
tem varias lendas muitos legais e voce pode enventar sua propia lenda!!!!

Anonymous disse...

Issac: voce deve ter sido uma das vergonhas do Instituto La-Fayette, pois suas lembranças como voce diz são "gatinhas" (vagabundas) e brigas com outros garotos de outros colégios... Que vergonha um animal como voce ter estudado num colégio desses. JC.

Manolo Torreira disse...

JC, o senhor(a) poderia se identificar? Falar mal dos outros não é legal, ainda mais se escondendo.

Isaac goldenberg disse...

Sr. Manolo , vou ignorar o comentario idiota que esse covarde que não teve coragem de se identificar e que escreveu absursos sem me conhecer e me ofendendo, e que inexplicavelmente confundiu o termo "gatinhas" usado na década de 60 ,como sendo vagabundas, e que certamente não teve infancia e deve ser um prato feito para um psicologo ou quem sabe um psiquiatra. A minha educação não permite que eu continue escrevendo o que acho de pessoas covardes como esse cara.
Isaac

Ivan Gelabert disse...

Não era só a sala de geografia. Também existiam as salas de desenho, química e física. A quadra coberta de basquete, quadra de futebol de campo e outra de futebol de salão. Saudades daquela época. Na minha época o Diretor era o professor Salvador, que dizia que existia uma meia dúzia de três ou quatro...

Hamilton Mattos disse...

Estudei no Lafayete de 1955 a 1958 nas turmas: 1-4, 2-4, 3-4 e 4-4. Acrescento aos saudosos comentários do Isaac, as sala de Geografia (prof. Lafayete), Ciências (prof Lôbo), Canto Orfeônico (prof. Mirtes), o espetacular auditório no segundo andar e a salinha escondida de Trabalhos Manuais. Ainda sinto o cheiro do sanduiche de presunto com Crush da Lanchonete do Mário. Lembra?
Que saudade...

Hamilton Mattos.

Maria Izabel Villela Tadeo disse...

Amigos, a pedido de minha mãe comecei a procurar na net fotos ou noticias do Instituto La Fayette. Li para ela os comentários postados por vocês e ela se recordou do Diretor La Fayette e sua esposa, da professora de Canto Nicia de Menezes Cortes e do Professor Oswaldo Collatino de Geografia (e a maravilhosa sala, já referida), lembrou também do Professor de Ciências o Sr. Serra . Em seguida foi procurar e encontrou os cadernos de Música, Hinos e Ciências, verdadeiras preciosidades! Neles existem as fotos das unidades do Instituto. Posso digitalizar as imagens que na minha opinião são incríveis. Se for interessante me informe para qual email devo enviar.
Minha mãe estudou entre 1938 e 1942 em Botafogo e não esquece do colégio até hoje, o nome dela é Hilda.
Abs
Izabel

Ivan disse...

è um prazer nuito grande juntar-me aos que acima se manifestaram para dizer que jamais me esqueci daquele colégio que tanto influenciou na minha educação e no qual estudei de 1946 a 1952 (ginásio + científico). até hoje não entendo como se destruiu esse patrimônio.

Ivan Coutinho - Rio de Janeiro

Vanessa Lima disse...

Estudei na Fundação Bradesco e amei aquele lugar. A sala de geografia é show! O auditório, o laboratório de química...ai que saudades!

Fabio Marcio disse...

Srs esoterismo Lafaiete nós anos 60 época em quebra diretório Sr Salvador aquele da meia dúzia de três ou quatro
Lembranças dos professores MORAES de matemática do João Batista de português, daquela professora de francês( era filhacdevoutrobprofessor)e agora fugiu o nome.
Do Paulista que era o dono da cantina dos inspetores e especial daquele que atendia ao telefone LAFAYETTE BOM DIA
Das salas de aula geografia, desenhoje prof Silvio, professor de quimica Juju
Do campo de futebol em que era possivelvfazer tabela com a Tamarineira que ficava no meio do campo
lembrando que se não me engano em 05 Dr Junho Sr comemorava o aniversário do Colégio e após a missa tinha um ônibus que levava alguns alunos ao cemitério para visitar o túmulo do fundador do Colégio
lanço aqui a ideia de nós encontrarmos no próximo 5 de Junho na porta do Colégio pra trocar nossas lembranças
Kd vcs amigos Arimateia Erickson Rubinho João Peru Flávio Torraca Emerson Edson Ieda Regina Caldas Denise e Paulito Cagera e tantos outros

Sonia Pache disse...

Amigos,Sou Sônia Pache(Facebook)e estudei no Lafayette feminino,aquele lá da Haddock Lobo.Muito do que sei e sou hoje devo aos anos que passei convivendo com aqueles professores maravilhosos e as colegas das quais sequer tenho notícias. Terminei o curso Científico em 1950,hoje tenho 83 anos.Tenho procurado em vão ex-alunos daquele meu tempo para trocarmos figurinhas.Será que todos já se foram?Serei eu a derradeira sobrevivente daqueles tempos felizes?Se alguém puder me ajudar eu vou gostar muito! Obrigada,bjs.


Didico arantes disse...

Sou Artur Arantes da Costa, estudei de 63 a 66, ginásio e clássico. Ate hoje mantendo um grande amigo Sergio Tancredo Oliveira e Silva. Amizade de 52 anos de compadrio, palavra tipica da aula de D. Noêmia. Tenho muita saudade do time,que talvez seja o mesmo que o Isaac ai comentou, era difícil ganhar da gente. Tenho saudade das gatinhas, do bonde 68, 69 e 72. Doris, Sheila, Helga, Eliane e de tantas outras e outros como Antonio Carlos, Ribas, Mario, Pellon, Siqueira, Graça, Samuel, do Berengo, do sustical e de um bar na barão de ubá, onde ficávamos esperando a saída do Paulo de Frontin, ai sim as melhores da Tijuca. Jorge Ben fez uma musica pra Ofélia. Por causa de VC bate em meu peito... Se deixar faço um livro. Abraços

Paulo Cordeiro disse...

Fui aluno do Orsina da Fonseca de 1973 a 1976, turmas 504, 606, 704 e 804.
Fiz umas pequenas correções no hino aqui publicado. Acho que estão corretas.
PAULO CESAR

Nesse templo semeia o saber,
Num convívio de paz e bonança
Incitando a estudar e a vencer,
Concretiza a tenaz esperança.
Nele reina o fecundo trabalho,
Alvorada de um belo porvir
Teto amigo, bendito agasalho,
Magnitude, honradez a espargir.

Através de bons mestres ensina
A ciência, a virtude e o solver.
Harmonia da arte divina,
Proporciona alegre viver.
Mocidade feliz a marchar,
Sob a luz ideal da instrução,
Sabe Orsina da Fonseca
Honrar com respeito, amor e gratidão.

Paulo Cordeiro disse...

Fui aluno do Orsina da Fonseca de 1973 a 1976,turmas 504, 606, 704 e 804.
Fiz umas pequenas correções no hino aqui publicado. Acredito que estejam corretas.

PAULO CESAR

Nesse templo semeia o saber,
Num convívio de paz e bonança
Incitando a estudar e a vencer,
Concretiza a tenaz esperança.
Nele reina o fecundo trabalho,
Alvorada de um belo porvir
Teto amigo, bendito agasalho,
Magnitude, honradez a espargir.

Através de bons mestres ensina
A ciência, a virtude e o solver.
Harmonia da arte divina,
Proporciona alegre viver.
Mocidade feliz a marchar,
Sob a luz ideal da instrução,
Sabe Orsina da Fonseca
Honrar com respeito, amor e gratidão.

Anônimo disse...

Estudei no LaFayette, à rua Hadock Lobo, de 1954 a 1958. Uma grande instituição! O anfiteatro de Geografia era realmente fora do comum. Ha pouco lá estive tentando fotografar sua fachada; envão, a mesma estava descaracterizada com tapumes de obra, falta de poda nas grande arvores existentes. Sua imagem melhor fia em nossa memoria.